sábado, 22 de outubro de 2016
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Tudo começou com uma falta de ar, depois ele sentiu cada parte do seu corpo tremer e a visão ficar turva. Em questão de segundos ele estava no chão, olhos vidrados no teto do quarto e o coração dando suas ultimas batidas. Ele sabia que sua hora havia chegado, esse era o ápice de sua vida, uma morte solitária e prematura. Ninguém iria ao seu enterro. Seu corpo seria encontrado dias depois, e todos se perguntariam quem era o jovem que havia sido encontrado morto. Ele passará por todos e todos por ele. Não deixou marcas e nem foi marcado. Ninguém iria sentir sua falta.
Agora acordava assustado e descobrirá que tudo não passará de um sonho. E ao seu lado na cama, aquele rapaz que ele tanto amava lhe olhava nos olhos e já imaginava pelo que ele estava passando. E com um sorriso no rosto sempre lhe dizia:
- Eu vou!
Agora acordava assustado e descobrirá que tudo não passará de um sonho. E ao seu lado na cama, aquele rapaz que ele tanto amava lhe olhava nos olhos e já imaginava pelo que ele estava passando. E com um sorriso no rosto sempre lhe dizia:
- Eu vou!
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Sou de uma forma intensa de se viver.
Sou de um tamanho tão grande que mal cabe em mim.
Vivo a merce das inconstâncias que me formam, e me fazem flutuar por entre folhas em branco.
Vou preenchendo espaços e transbordando sentimentos.
Vou entre o certo e o errado procurando uma forma de permanecer aqui.
Sou de um tamanho tão grande que mal cabe em mim.
Vivo a merce das inconstâncias que me formam, e me fazem flutuar por entre folhas em branco.
Vou preenchendo espaços e transbordando sentimentos.
Vou entre o certo e o errado procurando uma forma de permanecer aqui.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
terça-feira, 8 de julho de 2014
Fico confuso com toda essa estranheza que mora aqui dentro. São vontades que se escondem, necessidades que não são buscadas e muitas frases que nunca são ditas.
Tento controlar o medo colocando um sorriso no rosto, e mal sei, que talvez seja ele que possa me derrubar.
Afinal, tornei-me estranho para mim mesmo?
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
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