E aquele medo que nos segue por todos os lugares?
E aquela covardia de lutar contra eles?
A solidão chega, tornando tudo parte de uma reclusão sentimental, e só nos resta esperar que depois de toda essa tempestade venha uma calmaria, ou até quem sabe o barco afunde antes. E ai a solidão se torna liquida, e facilmente condutora de eletricidade, como um grande choque de realidade. E não tem álcool que dê jeito.
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